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Um app que te conecta com pessoas que cruzaram sua vida no passado

Recebi o material de uma nova rede social que está prestes a ser lançada. A promessa é para início de 2017.
Sua interface é baseada em imagens, assim como o Instagram, mas seu mote é o tempo passado e futuro. Seu nome é TimeHi.



Há muito pouco ainda sobre essa nova plataforma. Apenas um perfil no Facebook, outro no Instagram e uma página web de cadastro para ser um dos primeiros a conhecer o app no lançamento.

Me pergunto se há espaço para mais uma rede social. Não é fácil estimular o gatilho que gera o movimento social de migração para outra plataforma. Afinal, o que motivaria a grande massa a trocar o Facebook, o Instagram ou o Whatsapp por outra rede? É preciso criar um desejo que se espalhe e contamine rapidamente todos os usuários.

Eu prefiro acreditar que o espaço para novas redes não está na briga direta, mas na busca por um nicho e uma experiência própria. Assim vejo o esforço do SnapChat, por exemplo. Desenvolveu uma interface própria que, por conta do sucesso, recentemente foi copiada pelo Instagram. Mas antes disso, já havia se firmado entre os jovens, principalmente meninas, que gostam de consumir tudo sobre o tema “lifestyle” e usam o SnapChat para acompanhar o cotidiano das celebridades e influenciadores digitais. Hoje o SnapChat já alcançou mais usuários ativos do que o Twitter.

Neste cenário, minha aposta é que o sucesso de um aplicativo novo como o TimeHi está na sua capacidade de conseguir atingir rapidamente um nicho que se interesse pela proposta da interface e passe a utilizá-la em seu cotidiano. Um nicho, um segmento da sociedade. Não a grande massa como acontece com o Facebook.

É preciso que esteja claro que experiência a plataforma vai proporcionar. No Facebook é o compartilhamento em tempo real de algum fato relevante. Já no Instagram é a exposição das imagens do cotidiano. O SnapChat focou na exposição de videos curtos, relacionados às últimas 24 horas, algo ainda mais intimo. Já o TimeHi, procura não olhar para o presente, mas principalmente para o compartilhamento de imagens do passado e mensagens para o futuro.

É possível publicar imagens e indicar uma data no passado, seja um dia ou 15 anos atrás. Ela será posicionada por ordem cronológica na sua linha do tempo. Além disso, há a expectativa de que, mais para frente, o app conecte as pessoas a partir desses eventos acontecidos no passado. Ou seja, o app vai permitir estabelecer uma conexão com pessoas que cruzaram seu caminho em algum momento no passado. Isso pode interessar muitos, seja para o networking profissional quanto para relacionamentos sociais e amorosos.

As funcionalidades em relação ao tempo futuro também podem agradar: é possível programar que uma publicação seja enviada para alguém (ou para si mesmo) no futuro. Que tal daqui a 10 anos receber um recado do seu “eu do passado”? Ou surpreender alguém próximo com uma mensagem sua?

Os responsáveis por essa plataforma são brasileiros e por enquanto estão criando apenas uma audiência de curiosos, até o app efetivamente sair do forno. Quem quiser ser um dos primeiros a conhecer, é só cadastrar seu e-mail nesse link.

Fique atento a um novo modo de consumir notícias

O meio impresso perdeu leitores não só por conta do apelo que o meio digital tem entre os jovens. Aliás, considerar que digital é coisa de jovem - em pleno 2016 - não é só um atestado de ignorância, mas também um atestado de cegueira, afinal é só olhar para os espaços públicos e notar como praticamente ninguém mais lê jornal ou revista. Agora estão todos “lendo” um celular.

Mas como disse, a questão não é só o digital. O jornal por exemplo, vem perdendo leitores pois independentemente da idade, quase ninguém mais tem aquele hábito antigo (característico do jornal) de fazer uma leitura tranquila pela manhã, antes de sair para o trabalho. O mercado acelerou o ritmo do homem. Hoje já acordamos trabalhando. Tem gente que acorda e imediatamente já está respondendo whatsapp do trabalho, mesmo antes de sair da cama.

E vou além, se não temos mais tempo para ler um jornal impresso, quem consegue, em meio à correria do nosso dia a dia, parar por cerca de uma hora para ler com calma um portal de notícias? Minha hipótese é a de que está diminuindo o número de pessoas que acessam a página de entrada dos sites de notícias.

Nem por isso as pessoas andam desinformadas. Não é essa minha conclusão. Apenas o comportamento delas que mudou. As pessoas continuam consumindo notícias, mas ao longo do dia, de forma fragmentada, através das redes sociais.

Alguns apontamentos ajudam a comprovar essa minha hipótese. O primeiro deles é você próprio. Observe quantas notícias você ficou sabendo por conta de um “post” compartilhado nas redes e só então você entrou no site que traz a matéria completa. Note como o hábito de acessar a página de entrada do seu jornal preferido perde lugar para um novo comportamento. Quem é assíduo das redes prefere “seguir” determinado jornal numa plataforma de redes sociais em lugar de acessar o seu respectivo site.

Um indicio desse comportamento é visível quando comparamos o volume de consultas ao Google pelos termos “site Estadão” e “Facebook Estadão”. Nota-se claramente que ao longo dos anos, a procura pelo link e consequentemente, o interesse por acompanhar o Estadão nas redes cresce incrivelmente e torna-se bem maior do que aqueles que procuram o portal na internet.


Resultado semelhante encontramos se compararmos outros veículos de mídia como “site G1” e “Facebook G1”, ou então “site Le Figaro” e “Facebook Le Figaro”.






Outro dado que complementa essa minha hipótese: o relatório Mídias Sociais 360o (publicado trimestralmente pelo Núcleo de Inovação em Midia Digital da FAAP em parceria com a Socialbakers) mostra que no último trimestre de 2015, as principais páginas brasileiras no Facebook de mídia/notícias tinham em média, mais de 3 milhões de curtidas. No segundo trimestre de 2014, eram cerca de 2 milhões de curtidas; ou seja, ao longo do ano só cresceu o número de pessoas interessadas em acompanhar as publicações das páginas de midia/notícias no Facebook.

Vale acrescentar também que esse novo comportamento está diretamente relacionado à migração do consumo de informação do computador de mesa para os dispositivos móveis. Segundo relatório “Brasil Conectado” publicado em 2014 pelo IAB Brasil, o uso da internet a partir de computadores de mesa, seja em casa, no trabalho ou na escola, vem caindo desde 2012. No mesmo período, só cresce o uso da internet por dispositivos móveis.

Com isso, meu argumento é que no celular, a consulta por informação é fragmentada, pontuada pelos intervalos do cotidiano, ou seja, surge um novo comportamento de consumo de midia.

Quem trabalham com comunicação deveria observar atentamente tudo isso. Principalmente quem trabalha com mídia. É preciso olhar para esse novo comportamento na hora de montar um plano de mídia. Não basta apenas descobrir qual portal ou rede social seu público utiliza. É preciso olhar atentamente como se dá o consumo de informação ao longo do dia daquele determinado público, para descobrir qual horário exato o “post” deve entrar na rede. Também é preciso identificar em quais páginas específicas do portal de notícias deve-se anunciar ao invés de dispender uma grande verba anunciando na página de entrada do portal.

Para encerrar, outro hábito que está mudando: o mesmo relatório do IAB Brasil citado antes, aponta uma forte tendência de queda no consumo de rádio dentro do carro. Minha hipótese para essa queda é o crescente uso das plataformas de streaming de música como Spotify, Apple Music, Deezer e Tidal. Provavelmente essas plataformas são as novas companheiras do motorista para enfrentar o trânsito. Fique atento a isso. Já pensou em criar uma ação de comunicação envolvendo o Spotify e motoristas na hora do rush? Pode dar muito certo.






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Publicado originalmente na coluna "Opinião" da edição impressa do jornal Meio e Mensagem, ano XXXVII, núm.: 1698, pág. 08. São Paulo: Editora Meio e Mensagem, 22/02/2016.

Casa de câmbio em forma de vending machine


O novo paradigma do qual nascem soluções como 99Taxis e Uber também promove inovações na área das finanças pessoais, como por exemplo o banco NuBank que oferece um cartão de crédito Mastercard Platinum todo gerenciado por um app. Até a solicitação do cartão é realizada pelo próprio app.

Outra solução interessante são umas espécies de "vending machines" que realizam a troca de moedas de pequeno valor.

Elas já estão instaladas em aeroportos de alguns países e devem chegar no início de 2016 no Brasil, inicialmente nos aeroportos de São Paulo e Rio de Janeiro.

A proposta é a seguinte: após uma viagem ao exterior, antes de retornar aos seu país de origem, você pode usar essas máquinas automáticas para depositar o restante do dinheiro em moeda local que sobrou da sua viagem e converter em créditos na sua conta de PayPal por exemplo.

É uma boa solução para uma dificuldade muito comum de todo viajante: o que fazer com os trocados que sobram de uma viagem ao exterior mas que o valor às vezes é muito baixo e casa de câmbio acabam não aceitando para trocas de moeda? Antes acabavam virando souveniers de viagem e agora com a Travelers Box podem mais uma vez voltar a ter um valor financeiro.




A reclamação dos filhos agora é que seus pais não desgrudam do celular


Basta uma pesquisa de campo informal para notar: agora é a geração acima dos 45 anos que não larga do celular. 45, 50 ou 60 anos, não importa. Adultos completos. Não saem do celular. É o que ouço falar dos seus respectivos filhos.

Não quero dizer com isso, que os jovens abandonaram o mundo digital e jogaram fora seus iphones. Não, claro que não. Porém, eram eles - os jovens - acusados de uso exagerado das redes sociais e dos dispositivos móveis. Pois bem, vá num restaurante qualquer e observe os frequentadores com mais de 45 anos. É revelador. Não são – somente os jovens – que estão utilizando compulsivamente o celular.

Há nessa reflexão, dois pontos a considerar:

FATOR COMPORTAMENTAL – não podemos negar que nossa sociedade caminha para uma mesma direção, independentemente da idade que temos. Jovens, adultos ou idosos, estamos todos imersos – cada vez mais profundamente – numa sociedade em que a relação com o mundo se dá através da mediação da informática (faz tempo que você não vê essa palavra, hein?), em especial dos dispositivos móveis. Somos pressionados a atender todas os alertas e notificações que pipocam no celular, nos “wearable devices” etc. Em concomitância com outros fatores contemporâneos como o individualismo e o narcisismo exacerbado, acabamos por fim nos deparando com cenas um tanto incoerentes, como por exemplo, um casal jantando no restaurante, porém sem conversar entre si. Cada um atento ao seu próprio celular.

FATOR TECNOLÓGICO – parece-me que é fácil concluir neste aspecto que o surgimento de um novo meio de comunicação ou uma nova tecnologia da comunicação, obedece uma curva de adoção que invariavelmente atinge um pico em que é possível notar o uso exagerado da tecnologia e com o tempo, essa curva tende a descer até um ponto de equilíbrio. Esse comportamento se repete a cada geração, de acordo com a época em que ela foi adotada por aquele conjunto de pessoas. Em resumo: os jovens mergulharam na tecnologia e nas redes sociais mais cedo; alcançaram o pico da curva de adoção em que o uso excessivo causou um momento crítico e hoje é possível notar que os próprios jovens, discutem entre si os limites dessa relação. Chegaram até a inventar jogos que os proíbem de usar o celular quando estão juntos num bar ou na casa de um amigo. Aqueles que possuem mais de 45 anos, parecem passar agora por um processo muito semelhante.

Dentro dessa reflexão toda, é preciso considerar que o mundo caminha contra a possibilidade da “desconexão”. O crescente mercado dos “wearable devices” e da “internet das coisas” nos faz cada vez mais “conectados” e disponíveis para todas as variedades de “notificações” que as redes sociais e o “big data” podem oferecer. É preciso muita maturidade e senso crítico para viver nesse ambiente. Estamos prontos?


Crédito: Stephen McCulloch

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Publicado originalmente no "Update or Die", em 09/09/2014.

Um novo modelo de negócios para a indústria da música

Spotify é lançado oficialmente no Brasil

Gustavo Diament (Spotify LATAM), durante evento de lançamento. 


O lançamento oficial do Spotify no Brasil vai além da oferta de uma nova plataforma de entretenimento para o brasileiro. É uma oportunidade para estimular e popularizar um novo modelo de negócios e até mesmo de consumo da música.

No princípio, o meio digital surgiu como uma catástrofe para a indústria musical. Bandas, gravadoras e distribuidoras viram-se num beco sem saída frente à cultura do compartilhamento. O meio digital mostrou que a mídia física (cd, vinil, k7 etc) estava com os dias contados e que a distribuição em rede era inevitável. Nesse período a pirataria reinou.

Apesar de não ser a única a trabalhar num novo modelo, em 2003 quem ganhou destaque foi a Apple com o lançamento da loja online “iTunes Store”. O consumidor começou a experimentar a possibilidade de comprar o arquivo digital do álbum de uma banda ou mesmo só de uma das músicas do álbum ao custo de U$0,99 por música.

Na época, a popularização da compra online de músicas por U$0,99 deixou evidente um caminho possível para a indústria musical. Hoje vivemos uma nova fase dessa evolução que vem de encontro com tendências como a disposição de dados infinitos na “nuvem” do meio digital e a ideia de não consumir mais a partir do conceito de “possuir” mas de “usufruir”.

Ao invés de comprar e guardar para si música por música, o Spotify faz outra oferta às pessoas: ele oferece uma plataforma em que o usuário pode ouvir toda e qualquer música que desejar, quantas vezes quiser, pagando por isso uma taxa mensal. Ou se preferir, pode optar por um pacote gratuito, em que a remuneração é feita a partir de espaços publicitários.

É o Netflix do mundo da música. E provavelmente, vai provocar o mesmo estardalhaço que o Netflix tem causado no mercado audiovisual.

Marcelo Jeneci, Fernanda Takai e Gaby Amarantos com Gustavo Diament.

No campo da música, o Spotify não está sozinho nem foi o primeiro a chegar no Brasil. As plataformas Rdio, Deezer, Napster, entre outras já veem ganhando muitos usuários brasileiros e ajudando a construir essa cultura de consumo a partir do pagamento de uma taxa mensal.

O Spotify é oferecido em dois formatos: um pacote gratuito que permite ouvir online todas as músicas (mas não oferece a possibilidade de ouvir off-line) e um pacote premium que não possui nenhuma limitação e desabilita os anúncios publicitários entre uma música e outra. No Brasil esse pacote premium vai custar R$14,90/mês (por enquanto é vendido apenas através de pagamento internacional no valor de U$5,99/mês).

Minha curiosidade está na possibilidade de plataformas como o Spotify mudarem o hábito de consumo de música da sociedade.

O Spotify estimula um consumo mais personalizado, curado e social. Você pode ouvir uma seleção de músicas criada por você ou criada colaborativamente a partir das sugestões de amigos seus.  Se preferir, você pode ouvir seleções criadas por outras pessoas ou mesmo personalidades/ícones de diferentes áreas.



Você pode usar o Spotify no seu computador; em casa ou no trabalho, ou pode usar o aplicativo para celular e conectá-lo com o equipamento de som de sala de estar ou do carro. Assim, a plataforma está presente em diferentes momentos do seu dia.

Em particular, durante minha experiência de uso, fiquei bastante impressionado com a eficiência da transmissão online de músicas usando a internet do celular. Tenho utilizado diariamente o Spotify enquanto estou no carro e o impacto no consumo do pacote de dados do celular foi menor do que eu imaginava.

Por essas e outras, o Spotify é hoje a segunda maior fonte de receita da indústria da música no mundo. Em menos de 6 anos de vida, já possui mais de 40 milhões de usuários ativos no mundo. Destes, 10 milhões são assinantes da conta premium. Já são mais de 30 milhões de músicas disponíveis e 1,5 bilhão de playlists criadas dentro da plataforma. A cada dia, 20 mil novas músicas são adicionadas. Para quem é do mercado da música, parece-me um modelo de negócios que deve ser acompanhado de perto.





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Publicado originalmente no Update or Die, em 28/06/2014.

Os uruguaios usam a rede para denunciar crimes em seus bairros


Um dos assuntos do jornal do Uruguai deste domingo (04/05/14) é o lançamento do aplicativo CityCop.

Trata-se de mais um (existem outros) aplicativo para denúncia de casos de roubo e violência. Segundo o jornal, o Uruguai é um dos países com maior índice de criminalidade da América Latina. Com esse aplicativo,  qualquer cidadão pode denunciar flagrantes de roubo, violência ou venda de drogas. Também é possível indicar pessoas suspeitas na região. O mapa é marcado a cada nova denúncia e o usuário pode optar por receber notificações a cada nova denúncia numa região determinada.

Aqui no Brasil há aplicações semelhantes como Agentto e OWL, mas ainda não vi nenhuma ganhar popularidade. Há também o site ondefuiroubado.com.br, que já foi citado algumas vezes na imprensa. Ele é bastante semelhante ao CityCop, mas não possui app para smartphone ainda.

Esse CityCop é um daqueles apps de colaboração em rede que nos coloca frente à problemáticas sociais que merecem muita reflexão.  Ao mesmo tempo em que - a partir da colaboração dos próprios cidadãos - oferecem o benefício de tornar visível a criminalidade da região, podem reafirmar a incompetência dos órgãos oficiais de controle e estimular o surgimento de justiceiros independentes que utilizarão o CityCop como ferramenta para fazer justiça com as próprias mãos. Não digo que isso seja um fato, mas apenas uma possibilidade. Depende muito de nossa consciência crítica e da formação moral e ética de cada um.

Na "era da exposição" e do "panóptico social", o meio digital surge como uma plataforma de mobilização social independente de governos que permite à sociedade aplicações inimagináveis. Difícil prever até onde podemos chegar.


OBS: post elaborado com a colaboração de Diego Oliveira.

Diferenciais entre os apps de taxi mais populares

Dicas para ajudar a escolher qual app de solicitação de taxi instalar em seu celular. 


Grandes rivais das empresas de rádio-taxi, os aplicativos para solicitação de taxi comum são hoje bastante populares nas grandes metrópoles justamente pela eficiência do serviço oferecido.

Em São Paulo há vários aplicativos disputando espaço tanto entre os taxistas como os usuários do serviço. O sistema de comunicação e a dinâmica para atendimento das solicitações é diferente em cada aplicativo. Confira abaixo como funcionam os três mais populares:

99Taxis (99taxis.com)
É provalmente o mais popular. Os taxistas dizem que é o aplicativo que mais gera chamadas por dia.
Quando um usuário faz a solicitação de taxi, o aplicativo aciona os 5 taxistas mais próximos daquela região e aquele que atender primeiro é selecionado para seguir até o endereço do solicitante. Essa dinâmica costuma garantir o atendimento mais rápido.

Easy Taxi (easytaxi.com)
Já no Easy Taxi o taxista que atender o chamado primeiro tem prioridade, porém ele pode não ser necessariamente o mais próximo do endereço do solicitante. A vantagem é estar presente em várias cidades brasileiras. A Mariana Rolin enviou-me outra dica: das 20h às 06h, quem tem cartão Santander paga meia corrida se utilizar a opção de pagamento pelo celular com o cartão Santander . Veja mais aqui: easytaxi.com/meiabandeira

TaxiBeat (taxibeat.com.br)
O principal diferencial do TaxiBeat é permitir ao solicitante escolher qual taxista ele quer chamar, entre aqueles que estão mais próximos da região. É possível ver a foto do motorista, o modelo do carro e a distância que ele se encontra do ponto do chamado.

Todos os três aplicativos acima só permitem a inscrição de motoristas que apresentem à empresa cópias dos seus documentos profissionais, entre eles o condutax, o Cadastro Municipal de Condutores de Táxi. Assim, é possível confiar que os taxistas cadastrados nos apps são profissionais reconhecidos pelos órgãos oficiais.

[ UPDATED 28/01/14 ] Mais um aplicativo:

Vá de Taxi (vadetaxi.com.br)
Esse é um aplicativo que merece destaque justamente pela reputação que ganha ao carregar o sobrenome de uma grande empresa. Ele é um serviço gratuito oferecido ao público pela seguradora Porto Seguro.
O app funciona de maneira muito semelhante aos demais. Realiza as buscas somente por caros próximos do local da chamada e também permite ao passageiro a escolha do taxista que ele prefere ser atendido.
Há ainda outros diferencias como:
- Os taxistas cadastrados no sistema são obrigados a passar por uma vistoria nas lojas da Porto Seguro;
- É possível efetuar o pagamento da corrida pelo próprio aplicativo, com cartão de crédito. Isso evita a necessidade do taxista ter a leitura de cartões;
- Há uma ferramenta que permite fazer uma simulação do valor final da corrida;
- Quem tem o cartão de crédito da Porto Seguro tem 20% de desconto e pontos em dobro quando faz as chamadas de taxi pelo aplicativo.
Vale lembrar que a utilização do serviço é livre tanto para segurados como não segurados da Porto Seguro.


Comparativo das conexões 3G, 3G+ e 4G


Para aqueles que estão considerando a possibilidade de troca do plano de celular e do aparelho para passar a utilizar a rede 4G, aqui vai um comparativo que fiz a partir de medições do meu próprio celular.
Assim, na tabela abaixo, você pode conferir a diferença entre as redes 3G, 3G+ e 4G.

Conexão
3G 3G+ 4G 4G wi-fi
Download
670kbps 3.200kbps 11.06 Mbps 23.67 Mbps 18.95 Mbps
Upload
135kbps 360kbps 5.85 Mbps 4.73 Mbps 0.92 Mbps
Data da Medição
jun/12 jun/12 jan/14 jan/14 jan/14
Operadora
Claro Vivo Vivo Claro Vivo
Local
São Paulo
(Pompéia)
São Paulo
(Pompéia)
São Paulo
(Vila Ipojuca) 
São Paulo
(Jardim Paulistano)
São Paulo

Talvez o dado mais importante seja a velocidade de download, pois é ela que influencia a maioria das atividades do uso cotidiano de um smartphone. A coluna do wi-fi é apenas para você ter um comparativo do desempenho do celular quando conectado em uma rede de wi-fi.

É importante considerar que a velocidade pode variar não só conforme sua operadora e o tipo de conexão, mas também de acordo com a sua localização e o sinal da antena de transmissão de dados. E não se esqueça que a utilização do sistema 4G exige um aparelho para a tecnologia brasileira LTE (4G) e as operadoras também exigem a troca para um plano de dados especial para o sistema 4G.

Você também pode medir o desempenho da conexão do seu celular 3G, 3G+ ou 4G, basta instalar o app Speed Test e fazer a análise de velocidade. Após realizar o teste, você pode deixar um comentário nesse post indicando qual velocidade de Download e Upload alcançados. Não deixe de dizer também qual sua localização e operadora de celular, assim você colabora com o comparativo e ajuda outros leitores do blog.

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Crédito da foto: jimcullenaus


A nova tecnologia NFC aplicada em ações publicitárias

NFC (Near Field Communication) é uma tecnologia de comunicação semelhante ao RFID (Radio-Frequency IDentification) porém, com um alcance de comunicação bem menor.

O NFC já começou a aparecer nos modelos mais novos de smartphone. Em resumo, pode-se dizer que é uma tecnologia de comunicação sem fio, assim como o wi-fi e o bluetooth, porém ele não pretende substituir nenhum dos dois pois sua proposta é diferente. Para ocorrer a troca de informação entre dois dispositivos, é preciso deixá-los bem próximos.

O smartphone equipado com NFC pode trocar informações com outros celulares ou também aparelhos receptores e pequenos chips carregados com informações.

Lá fora os celulares equipados com NFC já são utilizados para realizar pagamentos e aos poucos substituem os cartões de crédito.




Podem também ser utilizados em conjunto com adesivos/chips (tags) que são programados pelo usuário. O video abaixo ensina como fazer:




NFC na publicidade
Infelizmente ainda são poucos os celulares vendidos no Brasil que suportam essa tecnologia e portanto, qualquer campanha publicitária que considere o uso do NFC irá atingir um número muito pequeno de pessoas. Ainda assim, em 2013 foram criadas algumas campanhas no Brasil bem interessantes que utilizaram essa tecnologia:

Revista Billboard Brasil
Em junho/13 a agência Ogilvy criou para a Billboard Brasil uma ação que ficou conhecida como "O fim da revista silenciosa". A capa da edição do mês trazia um adesivo (tag) de NFC. Quando um smartphone equipado com a tecnologia era posicionado sobre a capa da revista, ela acionava uma playlist da Billboard e tocava música. Acompanhe como foi no vídeo:





Hellmann’s
Entre março e abril/13 a CuboCC criou para Hellmann’s a ação "Near Food Communication". Carrinhos de supermecado equipados com um dispositivo de NFC permitiam aos consumidores consultar uma tela que indicava sugestões de receitas com maionese e o produto da gôndola por onde o consumidor passava.




OBS: esse post foi desenvolvido com a colaboração da Denise de Cássia (da Agência96) que recentemente escreveu uma dissertação de mestrado em que cita as novas tecnologias de comunicação aplicadas em ações de promoção.


Propaganda com vídeo aplicado no impresso


Lá do outro lado do mundo, começa a aparecer com mais frequência, a convergência entre a linguagem do vídeo e do meio impresso.


Essa dica é da minha ex-aluna Maria Vitória. Ela está em Hong Kong a trabalho e lá, encontrou esse material gráfico de propaganda do BMW X5 em que, ao abrir o folder impresso, automaticamente começa a rodar um vídeo de apresentação do veículo.

Ainda não se trata daquelas telas flexíveis, mas é uma tela bastante fina e leve. Apesar do vídeo abaixo não conseguir mostrar muito, a Maria Vitória disse que a qualidade da imagem e do som são boas.



A convergência das mídias é um caminho natural da comunicação. Em breve deveremos ver vídeos aplicados em revista e jornais impressos com mais frequência.

Ou quem sabe, plataformas digitais (como um ipad) se tornarão tão populares que assumirão por completo o espaço do meio impresso. E assim, como no filme "Minority Report", o jornal não será impresso em papel, mas em telas flexíveis que permitirão a atualização online das notícias.


#Speaktoit: um assistente virtual (em português) para smartphones

Você já deve saber que a próxima promessa para os dispositivos móveis são os assistentes virtuais. Quem ganhou destaque com eles foi o iPhone quando lançou o Siri. Porém, além de compreender apenas o inglês, a tecnologia em si ainda deixa muito a desejar.

Há muito o que avançar em relação a esses assistentes virtuais, mesmo assim, o Google entrou na brincadeira e já lançou o seu Google Now, disponível apenas nas versões mais recentes do sistema Android.



Como disse, por enquanto tanto Siri quanto Google Now podem impactar pela possibilidade de obter informações da internet através de comandos de voz, mas num futuro breve será possível ir bem mais além. Imagine ter um assistente virtual realmente capaz de organizar sua agenda, encontrar um espaço para uma folga, efetuar a compra de uma passagem aérea e reservar um hotel. Que tal? Esse é apenas um exemplo das atividades cotidianas que o assistente virtual poderá realizar por você. 

Além de Google e Apple, há outras empresas independentes criando aplicativos que atendem essa mesma função. 

Speaktoit é um aplicativo que suporta as versões 2.1 ou superiores do Android e também possui versões do aplicativo para iPhone e Windows Phone.

Recentemente o Speaktoit lançou suporte para a nossa língua e assim, hoje é um dos poucos assistentes virtuais que compreendem comandos de voz em português (por enquanto somente na versão para Android). Detalhe: é possível utilizar o suporte para língua portuguesa (Brasil) mesmo na versão gratuita do app, basta configurar em Settings > Customization > Languages.


A versão premium do Speaktoit também é capaz de acumular um histórico das sua atividades e com isso ele vai "aprendendo" suas preferências para que, com o passar do tempo ele consiga dar respostas mais adequadas. O aplicativo também é capaz de registrar comandos personalizados.

Aqui vai o link do site para você conhecer melhor o Speaktoit: www.speaktoit.com



#infográfico: Brasileiro quer vídeo online!

por Paula Zanardi (Mavens).

Confira aqui os dados interessantes que este infográfico traz sobre o consumo de vídeo online no Brasil. Quais portais você mais usa para acessar vídeos online? Como isso funciona para os smartphones? Veja como os vídeos que você acessa refletem no cenário brasileiro.

As estatísticas apresentadas neste infográfico apontam que o YouTube é o portal mais acessado para assistir vídeos online no Brasil. Com mais de 38 milhões de acessos só em dezembro de 2012 o portal está muito a frente do Vevo; o segundo colocado consta com 17 milhões de acessos, nem a metade dos acessados pelo favorito entre os brasileiros.

A análise para os smartphones sofre uma variação, pois inclui categorias mais específicas para o aparelho, como os apps: 49% dos usuários brasileiros assistem seus vídeos diretamente de seus apps. Contudo ainda 64% afirmam acessar pelo browser do navegador e 38% fazem download de clips. Ainda que seja acessado pelo browser e não pelo aplicativo, o YouTube tem seu site adaptado para mobiles, o que facilita o carregamento da página e pode explicar, em partes, o alto número de acessos.

Outro dado surpreendente é a frequencia com a qual assistimos vídeos pelos smartphones. 45% dos usuários assistem vídeos pelo menos uma vez por dia! Um consumo tão alto de vídeos pelos aparelhos aponta para um alto desenvolvimento da tecnologia, afinal ninguém quer ver vídeo sem definição, ou tendo que pausar a cada minuto. Para uma boa visualização é necessário um bom streaming destes vídeos, aí os planos de internet 3G e 4G fazem a diferença, o aparelho também afeta a experiência do usuário, um bom audio e telas maiores fazem a experiência mais agradável, atualmente existem modelos de smartphones com tela de alta definição como os BlackBerry 10 que têm nitidez de 355 ppi.

O fato é que os vídeos online estão se transformando em uma grande ferramenta para novos negócios e mercados que queiram expandir suas áreas de atuação, dado que cada brasileiro, entre os que acessam conteúdos online, assiste em média 174 vídeos por mês.



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Contribuição da agência Mavens (Londres) para o blog e-Code. Artigo escrito por Paula Zanardi.
Imagem: 

Terceira idade já adotou o smartphone

por Ingrid Calderoni (Mavens)



Quando você pensa em smartphone, com tela touchscreen, cheio de funcionalidades e aplicativos, já o imagina sendo usado por alguém nos seus vinte e poucos anos, super por dentro das novidades da tecnologia, não é? Mas um estudo conduzido pela Nielsen mostra que a faixa etária que está fazendo muito sucesso com a nova geração de smartphones é a terceira idade.

Isso significa que aquela ideia de que nossos avós usam aqueles celulares velhos perdidos pela casa não é mais o que acontece: de acordo com a pesquisa, norte-americanos entre 55 e 64 anos estão comprando smartphones como Samsung Galaxy e BlackBerry 10, adotando a tecnologia mais rapidamente que qualquer outra faixa etária.

Eles fazem parte de 30% do total dos donos de smartphone nos Estados Unidos, e representam um aumento de 5% nas vendas de celulares inteligentes no país. Apesar dos números mostrarem que nossos avós são mais tecnológicos do que pensávamos, a terceira idade ainda tem muito chão pela frente, para conseguir alcançar a maior parcela de compradores e usuários de smartphone entre 25 e 34 anos, que ocupa atualmente a fatia de 62% do mercado.

Apesar do principal público para smartphones e tablets ainda ser os jovens de vinte e poucos anos, a qualidade de vida em países desenvolvidos como o Japão e Estados Unidos é tão alta, que há um grande contingente de idosos, reforçando uma outra tendência: a dos smartphones desenvolvidos especialmente para esta faixa etária.

Um projeto de smartphone para idosos que até ganhou o prêmio Universal Designs Award na Alemanha é o Raku-Raku, desenvolvido pela japonesa de tecnologia Fujitsu. Um dos destaques do celular é a sensação táctil que se tem quando se usa o teclado touchscreen, que lembra bastante os botões analógicos dos antigos telefones. Os menus e a navegação pelos aplicativos neste smartphone para iniciantes são também muito mais intuitivos e fáceis de assimilar, para quem não é muito experiente em produtos super hi-tech. Outro problema recorrente enfrentado pela terceira idade é o tamanho das letras e ícones no celular, coisa que foi adaptada neste modelo japonês de smartphone.

Smartphones com tela grande e tablets também estão fazendo muito sucesso entre os integrantes da ‘melhor idade’, que também estão participando das redes sociais como o Facebook e Skype de forma cada vez mais ativa. Uma outra pesquisa publicada pelo Pew Institute mostra que 43% dos entrevistados com idade entre 65 anos, usam as redes sociais para ficar em contato com a sua família e amigos.


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Contribuição da agência Mavens (Londres) para o blog e-Code. Artigo escrito por Ingrid Calderoni.
Imagem: 

Chegam ao Brasil os comunicadores sociais móveis



Já populares nos países orientais, os comunicadores sociais são apps para smartphones que buscam reunir as aplicações que estão diversificadas em diferentes aplicativos como Skype, Hangouts, Whatsapp, Twitter etc.

Esses comunicadores sociais ganharam popularidade no ocidente e recentemente começaram a investir no Brasil. Dois deles em especial, estão com campanha na televisão atualmente. São eles o Line e o WeChat.

Ambos são muito semelhantes e após instalados oferecem a possibilidade de interação com outros usuários através de mensagens de texto, voz ou vídeo. Também possuem uma espécie de “timeline” onde é possível compartilhar textos ou fotos.

O WeChat foi oficialmente lançado essa semana no Brasil. É bastante popular na China e contabilizando o mundo todo já atingiu mais de 70 milhões de usuários. Sua campanha de promoção conta com a participação de diversas celebridades. O filme mais recente para TV tem a participação do jogador Messi.




O Line é originário do Japão e nasceu como uma alternativa de comunicação logo após o terremoto que gerou um enorme tsunami em 2011. Desde então o aplicativo vem se desenvolvendo e hoje já conta com mais de 120 milhões de usuários em todo o mundo. Na campanha da TV, o Line procura focar na ferramenta de troca de mensagens de texto, talvez querendo aproveitar o momento em que o WhatsApp anunciou que irá cobrar pelo aplicativo. Tanto o Line quanto o WeChat podem ser baixados gratuitamente.




É difícil prever a aceitação destes comunicadores sociais no Brasil. A variedade de recursos pode chegar a ser um ponto negativo por dificultar o uso do app. Além disso, o mercado brasileiro depende ainda de uma popularização maior dos smartphones mais potentes.

Por outro lado, ambos buscam se diferenciar através de recursos exclusivos. No Line há uma ferramenta que permite a tradução simultânea das mensagens de texto. Já o WeChat conta com diversos recursos sociais que permitem o usuário ampliar sua rede de contaos. Um dos recursos convida o usuário a “lançar uma garrafa” com alguma mensagem que poderá ser capturada aleatoriamente por outro usuário do serviço.


Para ver mais e baixar o aplicativo:
Line: http://line.naver.jp/pt-BR/
WeChat: http://www.wechat.com/pt/



Um pequeno aparelho que pode amplificar o uso do Skype


O Skype já é um serviço de comunicação um tanto popular. Imagino que você seja usuário. Acredito também que você saiba que além da comunicação por voz com outros usuários, você também pode efetuar ligações para telefones fixos e celulares, mediante a compra de créditos no site, já que nesse caso há cobrança por minuto.

Porém poucos utilizam esse recurso no dia-a-dia, pois ter que ligar o computador e conversar com fone de ouvido e microfone é pouco prático.

Por conta disso, existem já alguns aparelhos telefônicos que substituem a necessidade do computador. Ele próprio é conectado na rede e faz o login no Skype. Mais prático, mas ainda assim é necessário manter dois aparelhos telefônicos, um do Skype e outro da linha fixa tradicional.

Para resolver esse problema, há um pequeno aparelho, muito mais prático, porém infelizmente pouco difundido no mercado.

O FreeTalk Connect.Me é vendido por enquanto somente nos Estados Unidos ao custo de $49,90 dólares. Ele permite que você utilize seu aparelho de telefone comum para realizar ligações tanto pela linha telefônica quanto pelo Skype.

A instalação é simples, você liga ele na tomada elétrica e conecta três cabos: a rede de internet, o cado da linha telefônica e o cabo do seu aparelho telefônico. Aqui em casa liguei o FreeTalk com o meu aparelho sem fio que possui 3 ramais independentes.

Feito isso, basta apenas na primeira vez, acessar pelo computador as configurações do aparelho para indicar os dados de login no Skype.

Agora, quando pego qualquer um dos aparelhos telefônicos dos cômodos da casa ele já aciona de imediato o Skype. Basta eu digitar o número de telefone ou celular e ele completa a ligação via Skype. Se eu digitar "#" antes do número, ele faz a ligação usando a linha tradicional (você pode configurar para que a linha telefônica seja a principal, se preferir).

Tenho também um número online no Skype e assim, se alguém ligar para esse número online, os aparelhos de casa irão tocar, como se fosse uma linha telefônica comum.

Sem dúvida, esse recurso amplifica o uso do Skype e dá mais liberdade para optarmos entre a linha telefônica tradicional e a ligação via Skype.

Quais as vantagens?
O Skype é um desses novos produtos que surgiram no mercado na última década que utiliza não só o meio digital, mas que também foi inteiramente desenvolvido sob a lógica da cultura digital, que envolve a "colaboração" e o "compartilhamento".

No caso específico do Skype, ele consegue oferecer um custo mais barato de comunicação pois não depende de uma infraestrutura cara e que exige constante manutenção. Ele utiliza parte dos recursos das redes dos próprios usuários que estão online para montar sua infraestrutura de comunicação (colaboração/compartilhamento). Assim, seu custo de manutenção é bem reduzido.

Apenas como ilustração, para quem mora em São Paulo como eu, uma ligação DDD para um celular de Maceió, custa cerca de 0,78 por minuto na linha telefônica tradicional. Já uma ligação para um celular localizado na França custaria 1,47 por minuto (valores informados pela Vivo em jan/2013).
A partir do Skype, a ligação para um celular de Maceió (ou qualquer outro lugar do Brasil) custa 0,62/min. Se for um fixo o custo é de 0,16/min. Para um celular na França o custo é de 0,58/min.

É por essa razão que as próprias operadoras de telefonia estão investindo mais em oferta de serviços de dados e telefone voip (via internet). Com a ajuda de aparelhos como esse FreeTalk Connect.Me, logo o Skype se tornará um forte concorrente para as operadoras de telefonia.



Um bóton contendo o álbum da sua banda preferida


Playbutton é a marca de uma tecnologia criada nos Estados Unidos mas que já aparece em vários outros países. Nas lojas de música agora é possível comprar o novo álbum de uma banda em formato de bóton, ao invés do tradicional cd.

São poucas as bandas que já optaram pelo novo formato. Na maioria dos casos o álbum é oferecido em ambos os formatos: cd ou bóton.

Talvez uma alternativa para evitar a pirataria, mas me parece que o foco principal é oferecer um novo produto para o público teen, que tem por característica um consumo descartável e que também pode usar o formato do bóton para afirmação social e construção de status.

Após comprar, basta plugar um fono de ouvido. Para carregar, basta conectar o playbutton num conector USB do computador.

Eu comprei um playbutton que contém várias interpretações de Debussy. A qualidade é bem razoável.

Outro benefício oferecido pela nova tecnologia é a possibilidade da customização. No site americano é possível encomendar a produção do seu próprio botón, ao custo de US$10,99/unidade.









Teste de velocidade do 3G Plus (HSPA+)


Enquanto não vem o 4G, resolvi fazer um breve teste de velocidade desta nova rede de 3G (HSPA+) oferecida pelas operadoras com o nome de 3G Max, Plus, etc. Logo que vi os anúncios da Claro sobre o novo 3G Max, liguei para o Atendimento da Claro para saber como habilitar a nova rede em meu plano pós-pago. A atendente disse que eu precisaria mudar para um plano mais caro, claro.

Fiquei então sem o novo 3G Max, mas assim que tive oportunidade, passei numa loja da Vivo, montei um pacote com serviços equivalentes ao que tinha na Claro (mas por um preço um pouco inferior) e 3 dias depois, meu celular já operava pela Vivo, agora, com internet 3GPlus.

Dica sobre portabilidade: é consenso de qualquer usuário de celular que toda e qualquer operadora presta um péssimo serviço de atendimento ao consumidor. Como a qualidade do serviço dessas operadoras é equivalente, minha dica é: sempre que encontrar uma dificuldade, não hesite em trocar de operadora. A portabilidade é realizada em cerca de 3 dias. É a melhor forma de resolver dificuldades com o SAC.

Sobre o teste de velocidade: Antes da mudança, ainda pela operadora Claro e com 3G tradicional, meu celular realizava transferências com uma taxa de 670kbps de download e 135kbps de upload.
Após a mudança para a Vivo e operando agora sob a rede 3GPlus, a taxa de transferência subiu para 3.200kbps de download e 360kbps de upload.

Conclusão: A velocidade realmente subiu significativamente. Recomendo a todos que utilizam com frequência o pacote de dados da sua operadora que liguem para o Atendimento para solicitar o uso dessa nova rede de 3G. Caso a operadora obrigue a mudança para um plano mais caro, não tenha dúvidas, faça como eu e vá pesquisar na concorrência.

Faça você mesmo o teste de velocidade: para realizar o teste de velocidade do seu 3G, recomendo utilizar a versão móvel do famoso Speed Test. Veja aqui o link para baixar o aplicativo em seu celular.






Realidade Aumentada na vitrine da Bloomingdale's em NY

A famosa loja americana de departamentos Bloomingdale's instalou na semana passada uma vitrine interativa em sua unidade de Nova York.

Quem passa pela rua pode experimentar diferentes modelos de óculos a partir de imagens virtuais aplicadas no rosto da pessoa que está em frente à vitrine.

É a mesma tecnologia de Realidade Aumentada utilizada em ações de comunicação na internet que acionam a webcam do computador; porém desta vez numa tela interativa instalada na vitrine.

Abaixo um vídeo gravado na nova vitrine da Bloomingdale's:


Seria interessante identificar se houve aumento na procura por óculos dentro da loja depois da instalação desta vitrine. Um ótimo argumento para incentivar o uso de tecnologias como essa no ponto de venda.




#SubmarinoDigitalClub: A leitura no tablet

Conforme comentei num post anterior, fui convidado pelo Submarino a conhecer sua plataforma de e-books #SubmarinoDigitalClub. Esse convite acabou me convencendo, definitivamente, a vivenciar a leitura de e-books num tablet.

Confesso, li muito poucos e-books. Tinha preferência pelo livro impresso. No tablet, comecei a ler revistas, jornais e blogs, mas ainda não tinha experimentado os e-books.

Fui no portal do #SubmarinoDigitalClub e baixei o livro "O Novo Mundo Digital" de Ricardo Neves. Sem dúvida, nada mais apropriado.

Logo no início do livro, o autor cita a tendência dos tablets dominarem o espaço da leitura, principalmente da leitura cotidiana e educacional. Os livros impressos ganharão um novo valor. Algo parecido com o que aconteceu com o disco de vinil. O livro impresso será um artigo exclusivo, com possibilidade de personalização de detalhes como tipo de letra, capa e papel.

De fato, para a leitura cotidiana, o tablet atende muito bem as necessidades. No aplicativo de leitura do  #SubmarinoDigitalClub é possível organizar todos os livros adquiridos, fazer anotações ou marcações nas páginas. A leitura flui da mesma forma como num livro impresso.

Porém, particularmente considero esses e-readers ainda muito simples e cheios de bugs. Provavelmente com o rápido desenvolvimento desses aplicativos de leitura, em breve teremos ainda mais recursos, principalmente de compartilhamento de leitura para quem sabe até promover uma leitura em conjunto com outra pessoa, porém à distância.

OBS: se assim como eu, você gosta de temas relacionados à comunicação e redes sociais, visite o grupo que montei no portal para ver dicas de livros dessa área. Clique aqui para acessar a página do grupo.

Abaixo segue algumas imagens das telas do aplicativo para tablets do #SubmarinoDigitalClub.

   





Connect.Me é lançado em fase Beta


Depois de muitos atrasos, finalmente o Connect.Me entrou em fase Beta. Desde março/2011 fala-se deste novo serviço, mas até agora ninguém sabe ao certo do que se trata.

Por enquanto ele ainda é exclusivo para convidados. O Connect.Me assemelha-se a um serviço de construção de reputação, porém com nova proposta. Ao efetuar o cadastro, você pode conectar sua conta do Twitter, Facebook e Linkedin. O sistema automaticamente importa toda sua lista de contato e a partir daí começa o jogo de construção da reputação alheia. Você pode dar um "vouch" para cada amigo da sua lista de contato, ou seja, você pode atestar/recomendar aquela pessoa, indicando-lhe categorias como early adopter, professor, connector, entrepreneur, blogger, etc.

Mas o Connect.Me pretende ir além de um simples sistema de reputação online. A ideia central é usar a mecânica do "social game" para estimular a construção de uma base da dados confiável sobre a rede de usuários, utilizando o método "peer-to-peer" para conferir a reputação online.

Quando a rede já estiver bem estruturada, será uma boa alternativa para encontrar novos contatos e pessoas para se ter como referência. Sem dúvida, um potencial concorrente para Klout (http://klout.com) que por sinal, também modificou sua interface recentemente.

Tive acesso à plataforma do Connect.Me, mas confesso que, sem mais ninguém da minha rede participando também, não há muito o que fazer por lá. Dentro do sistema, cada usuário deve avançar níveis de reputação. Logo no primeiro acesso seu perfil ainda é considerado "unverified". Somente após receber o atestado (vouches) de pelo menos 25 pessoas é que você alcança o nível de perfil "trusted".

Nesta fase inicial, só é possível ter acesso ao site caso você receba um "vouch" de algum usuário do Connect.Me. Para garantir a qualidade da rede, só é possível "atestar" alguém que já faz parte da sua rede de relacionamentos no Twitter, Facebook ou Linkedin.

Você pode acessar o site http://connect.me e clicar no ícone central (Get Stared). Caso você tenha recebido um "vouch", poderá acessar a plataforma. Boa sorte!