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Redes sociais e biologia celular

Não vou desenvolver demais o assunto para não tornar o post teórico demais. Mas para aqueles que estudam as redes sociais é interessante observar como algumas das regras e teorias sobre redes se aplicam a diferentes campos, inclusive a biologia.

Hoje uma matéria da Folha de S. Paulo (se for assinante, veja aqui) falava sobre uma pesquisa realizada com um animal milimétrico chamado hidra que vive em água doce. Esse pequeno animal tem a capacidade de recuperara-se de mutilações. Na verdade, se você triturar o animal e separar todas as suas células, aquelas que sobreviveram começam a se agrupar e em até três dias surge uma nova hidra.

O agrupamento das células acontece num movimento similar à qualquer outra rede: os pontos, nesse caso, as células se movimentam na mesma direção que as células (ou pontos) ao seu redor. Ou seja, é aquele fluxo comum que vemos nas multidões.

Quem já fez comparações semelhantes foi Steven Johnson em seu livro "Emergência: a dinâmica de rede em formigas, cérebros, cidades e softwares". Aqui está o link para comprar o livro caso interesse.

Aliás, caso queira "seguir" o Steven Johnson no Twiiter, clique aqui.