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Preservativo também tem blog


A agência Age criou para a marca de preservativos Olla um blog que utiliza um formato já conhecido: trazer convidados para produzir conteúdo para o blog.

Resolvi postar pois merece a reflexão. Afinal preservativo é um daqueles produtos difíceis de trabalhar na publicidade. E aproveitar o ambiente das redes sociais a princípio parece-me uma boa solução.

Sem dúvida é possível que as mídias sociais sejam um espaço proveitoso para produtos com restrição. Mas criar e manter um blog dá trabalho.

Agências estão acostumadas a "criar e entregar". Em geral, não sabem "criar e manter". Desde os anos 90, quando começaram a aparecer os primeiros sites, tenho batido na tecla de que um site dependia de constante atualização. Fui um dos primeiros no Brasil a usar o termo "marketing interativo" justamente para enfatizar a necessidade da constante interação com o "consumidor" exigido pelo meio digital.

Agora na era dos blogs e das redes sociais isso é mais do que concreto. Um blog desatualizado pode inclusive manchar a marca. Se não terá como manter, melhor não fazer.

Mais do que as agências, são os clientes que precisam compreender que ações em meios digitais dependem de investimento permanente. E exigem esforços de diversas áreas da comunicação. Não só do Publicitário como do Relações Públicas.

No caso do blog da Olla parece que tudo isso foi olhado com atenção pois estão programados vários convidados diferentes para escrever no blog. Tudo depende agora desse conteúdo gerado ganhar com o tempo a atenção e atrair o interesse do público-alvo.

LG volta a fazer mais uma ação em mídias sociais


Depois da ação realizada em janeiro para lançar o novo modelo de celular Renoir (veja aqui), a LG volta às mídias sociais para divulgar agora o modelo Cookie.

No caso do LG Renoir a ação tinha um formato que fazia proveito de características do marketing experimental e do brand experience. Já no caso da ação que começou essa semana, trata-se mais de um formato de promoção. Mas em ambos o viés de reality show é evidente.

O hotsite da campanha é o ambiente que centraliza as dezenas de vídeos produzidos por um grupo de 45 pessoas. Cada um dos participantes deve convidar algum conhecido a gravar um vídeo em que demonstra alguma das funções do celular Lg Cookie.

Os participantes devem gravar 10 vídeos por semana. Ao total serão 4 semanas. Para realizar/produzir os vídeos cada um recebeu 2 aparelhos LG Cookie. Um para fazer a captura dos vídeos e outro para ser utilizado durante as demonstrações dos recursos.

Quer ver como anda a promoção? www.lgcookie.com.br

Veja mais:
- LG Cookie - Get in touch

É preciso apresentar as mídias sociais para as empresas

Nos últimos 2 anos a social media nasceu e tomou forma. As áreas do Marketing, Publicidade e Relações Públicas sofreram muitas mudanças desde a era da web 2.0 e das redes sociais.

Hoje já temos acumulado na história diferentes ações de comunicação que envolveram as mídias sociais; mas ainda são poucas as empresas que toparam arriscar seus investimentos nesse novo ambiente.

Foi pensando nessa questão que escrevi o artigo publicado no portal JumpExec e reproduzido no post anterior. "Como anda a reputação da sua marca?" é um texto que procura orientar o profissional responsável por uma marca ou produto sobre o atual cenário dos meios digitais e a importância de atuar nesse ambiente de forma pró-ativa, o quanto antes.

Se você trabalha em algum campo da comunicação (publicidade, marketing, jornalismo, relações públicas, etc), faço aqui meu pedido para que ajude a espalhar as ideias propostas. Comente com seu cliente, divulgue para os colegas, escreva um post. Compartilhe.

Vamos ajudar a impulsionar esse novo campo das mídias sociais, inclusive como solução original para a crise econômica em que nos encontramos.

Clique aqui para ler o artigo "Como anda a reputação da sua marca".

Meu próximo carro será um Citroën

Já está decidido! Meu próximo carro será um Citroën, afinal, precisava encontrar alguma forma de provar que não tenho nada contra a marca.

Em junho de 2007 comentei nesse blog (clique para ver) a polêmica causada pela campanha de lançamento do C4 Pallas em que uma chamada no portal do Estadão anunciava um possível impacto do asteróide Pallas com a Terra.

Depois o blog mostrou (clique para ver) o anúncio publicado na Espanha em janeiro de 2008 com fazia uso da imagem de Mao Tsé-tung.

Por fim, essa semana comentei (clique para ver) a nova campanha do C4 Picasso em que as peças impressas foram publicadas antes do hotsite da campanha entrar "no ar".

Achei que deveria parar com esses posts, afinal, "automóveis" é tema do blog Motor S/A e não do e-Code. Porém, por pura coincidência, hoje o amigo Wagner Matrone encaminhou por e-mail esse excelente quadro humorístico de Portugal que faz ironia com uma campanha da Citroën.

Já que falei tanto da marca nesse blog, resolvi publicar aqui o vídeo. Primeiro você verá o comercial de TV e logo depois a gravação do suposto consumidor fazendo uma reclamação para a Citroën, pois afinal, seu carro não dançava como no comercial.



Como anda a reputação da sua marca?

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Artigo publicado originalmente no portal JumpExec em 10/02/2009
http://www.jumpexec.com.br/ArtigoIntegra.aspx?ID=2763
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Fica aqui o aviso: logo mais nos veremos frente a mais uma nova fase de um paradigma que afeta nossa sociedade. Aqueles que acompanham a evolução dos meios de comunicação, em especial os meios digitais, já devem estar cientes, afinal não se trata de um fato puramente novo, mas de uma evolução gradual que ocorre ao longo do tempo. Como já comentei em artigo anterior, se antes vivíamos a “era da vigilância”, hoje estamos inseridos em uma espécie de desdobramento deste conceito, que cheguei a chamar de “era da exposição”.

O que deve acontecer em breve, portanto, é apenas a gota d’água que fará transbordar o copo, evidenciando essa nova realidade. Mas o copo já estava praticamente cheio, era só prestar atenção.

Os chamados heavy users da internet já estão um tanto cansados de ouvir os termos “reputação” e “relevância” sendo aplicados em diferentes situações. É provável que faça mais de 10 anos que surgiram as primeiras comunidades virtuais que utilizavam ferramentas, na época ainda bem simples, para calcular o tal índice de “relevância” do conteúdo ou de “reputação” dos participantes daquela comunidade.

A proposta era evidenciar as informações valiosas ou quem eram as pessoas mais influentes daquela comunidade. Essa idéia se propagou e foi inserida em praticamente todas as diferentes redes sociais hoje existentes. Algumas redes designam nomes fantasiosos como “karma”, “props” ou “diggs” para classificar o índice de influência dos seus membros. Em outras redes o índice é menos explícito e fica restrito à indicação pública do número de “amigos” ou “seguidores” que cada membro possui.

Pois bem, a prática constante dessa “lógica” acabou por condicionar nossa sociedade. Hoje é comum determinar um nível de popularidade ou até mesmo confiabilidade, para alguém até então desconhecido apenas por observar seu índice de reputação e popularidade nas redes sociais.

Enfim, o fato iminente é que logo não será mais preciso participar de uma rede social para sofrer as conseqüências desse índice de confiança, reputação, relevância ou o que seja. Na verdade vejo com freqüência muitas pessoas utilizando como um fator de cálculo de “relevância” o volume de citações registradas na resposta de pesquisa do Google.

Muitas empresas já estão colocando em prática softwares especialmente construídos para coletar informações registradas na internet , seja a partir dos resultados do Google ou das diversas redes sociais. A intenção desses softwares é tentar separar comentários positivos de negativos sobre determinado assunto e com isso gerar o tal “índice” de reputação. Não importa apenas a quantidade de citações no Google, mas também o conteúdo dessas citações.

Logo mais todos nós seremos engolidos por essa onda de classificação da reputação, seja uma pessoa desconhecida, um profissional conceituado, uma marca ou produto de uma empresa. Faça uma pesquisa no Google e verifique quantas citações ele encontra. De que valerá para uma empresa ter um alto número de citações na internet se a maioria delas forem de consumidores reclamando do seu produto?

Ou seja, o que é publicado na internet está registrado e passível de avaliação. Não há como escapar. Mesmo que você prefira não publicar qualquer informação sobre seu produto na web, seus consumidores o farão, assim que experimentarem o produto.

Tendo ciência de que inevitavelmente esse “índice de reputação” será um fator de influência na imagem da marca de uma empresa ou do seu produto, o que veremos daqui pra frente será a adoção de diferentes ações de comunicação que envolvam a participação do consumidor, estimulando-o a registrar na internet suas impressões; de preferência, positivas.

Sem dúvida a criatividade dos profissionais de mídias sociais será capaz de criar estratégias inovadoras nesse sentido. Apenas para exemplificar cito o formato já utilizado por algumas marcas em que um grupo de autores de blogs são convidados a participar de uma ação de branding experience ou então recebem um produto em lançamento para avaliação. A idéia aqui é estimular que estes blogueiros espalhem pela internet suas impressões e com isso contagiem outros usuários da rede que podem vir a ser potenciais consumidores. A maioria das ações que envolvem o chamado social media caminham nesse sentido.

Por isso, faço um alerta. Pare tudo agora e faça uma busca no Google pelo nome da sua empresa ou do seu produto. Se o resultado que você receber for um volume grande de comentários negativos ou por outro lado um número muito pequeno de citações, é hora de sentar com um profissional de social media e criar com ele alguma estratégia de propagação da sua marca na internet. É provável que logo tenhamos até um termo próprio, como branding dissemination, por exemplo, mas o importante é que, em pouco tempo você terá uma marca mais forte e ainda será considerado um pioneiro!

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Artigo publicado originalmente no portal JumpExec em 10/02/2009
http://www.jumpexec.com.br/ArtigoIntegra.aspx?ID=2763
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Código QR: agora foi a vez do Citroën C4 Picasso [updated]

Este blog tem acompanhado de perto a evolução da aplicação do código QR, especialmente em campanhas publicitárias. Abaixo relaciono os posts anteriores que já trataram desse assunto.

Agora foi a vez da Citroën utilizar o código em uma de suas peças para o modelo C4 Picasso.

No jornal Meio & Mensagem desta semana uma página inteira trazia apenas o código acompanhado de um ponto de interrogação. Para entender o anúncio, só mesmo decodificando a imagem.


Já na revista Veja o anúncio de página dupla, criado pela Euro RSCG, era mais completo: trazia uma foto do automóvel e informações sobre seus diferenciais. Desta vez o código QR não era a peça central do anúncio, mas estava lá, ao lado da indicação "fotografe este ícone com seu celular e saiba mais sobre o Citroën C4 Picasso".

Tanto no anúncio do Meio & Mensagem como da revista Veja, por trás do código QR estava o link http://c4picasso.supp.com.br. Porém uma falha: o celular não conseguiu acessar o endereço indicado. Fiz a tentativa logo no primeiro dia em que os anúncios entraram em circulação. Depois tentei acessar pelo computador, mas também sem sucesso. Para comprovar, aqui vai a captura da tela:


Fiquei sem entender por completo a mensagem desta campanha de comunicação. Falha da SupportComm, agência que desenvolveu a aplicação do código QR e o hotsite. Uma pena, pois o trabalho anterior realizado para a operadora de celular Claro foi muito bem realizado.

[UPDATED 11/02/09] No meio da semana o hotsite entrou em funcionamento (ainda bem). Se tentar acessar pelo navegador agora é provável que ainda não funcione pois trata-se de um formato próprio para acesso por celular. Mas agora, a mensagem que aparece no navegador é diferente desta que publiquei acima, justamente pois na segunda, quando acessei, ainda não havia nada.

Na área de comentários recebi uma mensagem procurando justificar o erro, está ali também a minha resposta (veja aqui).

Mas o que me interessa mesmo é a mensagem publicitária. E o que aparece nesse endereço é a opção para download de um vídeo publicitário (com cara de comercial de TV) do C4 Picasso.

Será que esse é o melhor conteúdo a oferecer para quem se propôs a decodificar o código QR e descobrir o tal "conteúdo exclusivo"?




MAIS SOBRE:
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- Agora foi a vez da Claro usar o código QR

Aqui vai um presente pra você do blog e-Code [updated]


Compartilhe o e-Code por aí e leve uma camiseta da Anonymous pra você!

A História:
Na semana passada comprei minha primeira camiseta de Anonymous, loja de camisetas criada pelo Lucas de Camillo, um ótimo ex-aluno e autor do blog PuroPop.

Junto com meu pedido ganhei uma camiseta extra acompanhada de uma carta que dizia "a camiseta Mostarda é exclusiva e não é mais vendida na loja. Sinta-se a vontade para presentear, sortear, incendiar ou vestir".

Gostei da sugestão e resolvi sorteá-la entre os leitores deste blog. A proposta é a seguinte: participarão do sorteio aqueles que ajudarem na promoção do blog!

Como participar:
1 - Navegue pelos posts do e-Code para escolher um que considere valer a pena compartilhar por aí;
2 - Indique o link em alguma rede social. Pode ser dentro de uma comunidade do Facebook ou do Orkut. Ou mesmo sugerindo o link no Twitter, Jaiku, Identi.ca, Plurk, etc. Enfim, você escolhe aonde quer espalhar o link do blog;
3 - Deixe um comentário neste post contando aonde foi que você promoveu o e-Code. Para comprovar, coloque o link da página em que aparece sua mensagem falando deste blog. Não esqueça de indicar seu nome e e-mail para entrar em contato caso você seja sorteado;
4 - No dia 22/02/09 a camiseta da Anonymous será sorteada entre todos aqueles listados nos comentários deste post. Boa sorte!
OBS: A camiseta que será sorteada é essa que aparece na foto (tamanho P).

[UPDATED 23/02/2009] Realizei o sorteio logo após o último minuto do dia 22/02. Utilizei o serviço do Random.org. Lá listei todos os participantes e pedi para o sistema reorganizar a lista. Aquele que ficasse em primeiro seria o ganhador. Abaixo o resultado do sorteio:

Parabéns Stephanie! Obrigado pela participação de todos!

Rexona cria um "LifeStream" com 3 adolescentes


Acabou de entrar no ar mais uma variação daquilo que temos categorizado como ações de "social media". Desta vez, um projeto um tanto arriscado. Trata-se de uma campanha da Rexona para sua linha de produtos destinado às jovens adolescentes.

O novo hotsite do Rexona Teen é todo dedicado a uma espécie de LifeStream, ou seja, um canal que irá agregar todos os registros publicados em diferentes redes sociais de 3 jovens adolescentes. Tudo o que essas 3 jovens (Nicole, Flávia e Jessica) publicarem nas redes sociais (Orkut, Twitter, Flickr, Youtube, etc) será replicado no hotsite da Rexona Teen.

Como pode notar, esse "case" utiliza pinceladas de reality show e mídias sociais. A intenção é aguçar a curiosidade e atrair as jovens (potenciais consumidoras) para formar uma comunidade entorno do hotsite.

Uma reflexão importante a fazer é que essa estratégia de comunicação começa a exemplificar bem a idéia de "Era da Exposição" que já comentei algumas vezes em posts anteriores.

E nesse sentido surge o risco e a delicadeza necessária desse projeto de comunicação, pois será importante gerenciar com cuidado o cotidiano desse reality show com jovens de 15 anos.

É provavelmente pensando nisso que a agência que planejou o projeto colocou uma pessoa responsável para acompanhar de perto o dia-a-dia. Inclusive a pessoa não trabalha apenas no "backstage"; ela também é um "personagem" do reality show e atuará como uma mediadora e orientadora das atividades que serão realizadas pelas 3 adolescentes.

A qualquer interessado nos avanços da publicidade digital, essencialmente as ações de social media, diria para ficar de olho nessa ação pois há muito o que aprender com os erros e acertos que deverão ocorrer ao longo desse "LifeStream".

A publicidade é capaz de incentivar a violência sexual? E difamar a imagem de um povo?


Algum tempo atrás a DuLoren já fez polêmica com seu anúncio que na intenção de falar sobre o aborto, trazia a imagem de um suposto abuso sexual. Deu o que falar.

Desta vez foi a grife italiana Relish que soltou lá na Itália uma campanha em que mostra a imagem de policiais "revistando" duas mulheres. Detalhe: a cena acontece no Rio de Janeiro.

Pronto. Começou a polêmica sem fim na mídia impressa sobre as diversas minúcias dessa campanha. Afinal, essa imagem induz/incentiva/estimula a violência sexual? O anúncio prejudica a imagem do Rio? Difama a imagem do povo brasileiro? Faria diferença se fosse veiculada exclusivamente dentro do Brasil (para o público brasileiro)? E por fim, é mesmo necessário que ficasse evidente a cidade do RIO? Não poderia caracterizar a cena como uma metrópole qualquer?



MAIS SOBRE:
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Zazzle: crie sua prória estampa

Hoje chegaram pelo correio as camisetas Zazzle que encomendei!

Já na década de 90 os gurus do marketing profetizavam que num futuro breve seria possível personalizar um produto de acordo com os gostos individuais de cada consumidor. Hoje muitos produtos já permitem a personalização, dentre elas a camiseta!

Em julho/08 comentei nesse blog sobre a Camiseteria, loja on-line que vai além da personalização, pois utiliza um conceito que vou chamar de social consumer. As estampas das camisetas são sugeridas pelos próprios consumidores e através de um sistema de eleição, as estampas mais votadas são fabricas e colocadas à venda. É um modelo de negócios que nasceu junto com a era da Web 2.0, pois faz uso do sistema de redes sociais para sustentar o negócio.

Porém e quando você quer uma única camiseta com uma estampa criada por você? Aqui no Brasil existem algumas pequenas estamparias que oferecem a possibilidade de envio pela internet de uma imagem para impressão de peça única.

Já experimentei duas lojas diferentes: a Kmisetas e a CamisaOnLine. Ambas possuem preços bem razoáveis e todo o processo é executado pela internet. Porém não fiquei muito satisfeito com a qualidade da impressão que utiliza uma prensa quente e por isso é possível notar uma película plástica na região da estampa. A CamisaOnLine também utiliza uma camiseta de poliéster ao invés do algodão tradicional. São boas opções para uma situação esporádica como um evento.

Em busca de uma camiseta com qualidade razoável para o dia-a-dia ou para um presente, fui experimentar a loja americana Zazzle. Por se tratar de um produto importado, o preço não é dos mais convidativos, por outro lado não sai mais caro do que uma camiseta de grife.

Na primeira compra optei por uma estampa que já existia no catálogo da loja. Lá é possível ainda escolher entre diversas opções de tecido e cor. A opção Basic T-Shirt é a mais barata, porém comprei a cor preta e achei que o tecido ficou um tanto carregado por conta da tinta utilizada para tingir o tecido. A estampa que faz referência à rede do Twitter me convenceu!

Hoje chegaram as outras duas camisetas que encomendei, desta vez com estampas que eu mesmo criei.

Uma delas foi a estampas que faz referência à licença da Creative Commons. Coloquei uma sequência de símbolos das diversas variações da licença e ao lado a frase "Living under Creative Commons license".

Optei pelo modelo Basic T-shirt mas desta vez na cor "natural". A camiseta tem uma aparência de tecido crú, um bege muito claro com pequenas fibras. Por conta da escolha do tecido, escolhi a cor marrom para os símbolos que aparecem na estampa. O resultado final ficou muito bom.

Por fim, a última camiseta traz uma estampa com a URL do e-Code e o código QR que quando decodificado faz link direto para a versão mobile do blog. Desta vez escolhi o modelo Ringer T-shirt que possui duas cores. Ficou também com um resultado final razoável. É a camiseta típica para um evento de blogs como o BlogCamp.

Na questão da qualidade da camiseta, preferi o tom de originalidade da cor "natural" da Basic T-shirt. Em nenhuma das três camisetas a impressão utilizava a prensa quente que deixa a película plástica aparente. Por conta disso A Zazzle passou a ser minha escolhida até então.


VOCÊ TAMBÉM PODE COMPRAR
Na Zazzle também é possível colocar à venda as suas próprias criações. Abaixo está a vitrine com algumas das peças que coloquei à venda na loja do blog e-Code dentro da Zazzle! Que tal comprar uma camiseta?


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